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Programa, que reduz o prazo de licenciamento de empreendimentos de mais de seis meses para uma semana, já está em processo de implantação no Rio de Janeiro (RJ)

Com o objetivo de fomentar o desenvolvimento da setor da construção civil, o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) tem ampliado seu relacionamento com os sindicatos de todo o Brasil. Recententemente, está liderando um projetopara levar o Programa Alvará na Hora para diversas cidades brasileiras. Considerado um marco na desburocratização para a construção civil de Belo Horizonte, o projeto revolucionou o processo de licenciamento de edificações na capital mineira ao reduzir para até sete dias um processo que chegava a demorar mais de seis meses.

Em fase avançada no Rio de Janeiro (RJ), a expectativa é de que, já no segundo semestre deste ano, o Alvará na Hora esteja em pleno funcionamento. O programa está sendo implantando em parceria com o Sinduscon-RJ, a Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário) e a prefeitura da cidade.

“O setor da construção civil é muito forte, tendo sempre empresários, gestores e empresas de referência. Nesse contexto, o Sinduscon-MG foi um agente decisivo ao reunir lideranças de vários Estados brasileiros com o objetivo de sempre melhorar o ambiente de negócios, com iniciativas que aumentem a produtividade, a eficiência e a sustentabilidade das empresas que atuam no segmento”, destaca o presidente do Sinduscon-MG, Andre de Sousa Lima Campos.

Na capital fluminense, o modelo foi baseado no programa de Belo Horizonte e teve o seu atendimento ampliado, como explica a consultora Imobiliária Urbanística do Sinduscon-MG, Branca Macahubas Cheib. “Enquanto aqui optamos por atender inicialmente empreendimentos comuns, o Rio de Janeiro já vai iniciar sua operação incluindo também os empreendimentos com impacto ambiental ou urbanístico. Todos os fluxos burocráticos serão contemplados e agilizados pelo Alvará na Hora”, explica.

A

A produtividade obtida com a execução de estruturas metálicas, em comparação às estruturas em concreto armado, se deve à industrialização do processo de fabricação e montagem. Para aproveitar ao máximo as possibilidades oferecidas pelo aço, projetistas e engenheiros de obra – sobretudo os responsáveis pelo gerenciamento do canteiro – devem ficar atentos aos indicadores de produtividade e tomar medidas rápidas em caso de desvios.

Ainda na etapa da tomada de decisão, quando contratantes e projetistas definem o modelo estrutural e os tipos de materiais que poderão ser empregados, é preciso estabelecer uma criteriosa comparação entre a estrutura metálica e as estruturas de concreto. “No processo decisório, a melhor forma de avaliar as possibilidades é calcular o metro quadrado por homem-hora (m2/Hh)”, explica o engenheiro Alexandre Luiz Vasconcellos, especialista em estruturas metálicas e diretor executivo da Engeduca. Conforme explica Vasconcellos, as próprias características do aço lhe conferem vantagem no cotejo com o concreto.

concretagem é uma das etapas mais importantes de uma obra, pois a estrutura tem de apresentar alto desempenho para que o restante da obra dê certo. Para isso, é necessário realizar alguns procedimentos que garantam a qualidade do lançamento do concreto.

Antes mesmo da concretagem propriamente dita, é necessário verificar alguns aspectos, como limpeza e umidade das fôrmas. A atenção deve continuar após a execução, visto que durante a cura é necessário ter cautela em relação às escoras e a patologias que possam vir a aparecer. Ou seja, é preciso tomar cuidado, pois o processo é complicado. A seguir, confira algumas dicas para garantir uma concretagem eficiente.

PRÉ-CONCRETAGEM

Limpeza

Para bom desempenho do concreto, é essencial que as fôrmas estejam limpas, livres de qualquer partícula/torrão de terra ou outro tipo de material alheio à estrutura. Isso garante qualidade da concretagem e segurança da estrutura.

A limpeza é dividida em etapas: primeiro, deve-se remover manualmente todos os detritos maiores. Na sequência, utilizar lavadora de alta pressão para a remoção de pequenos resíduos e impurezas que possam interferir no desempenho do concreto. Por último, com o auxílio de um imã, remover as peças metálicas que ainda estejam na estrutura, como pregos, parafusos etc.

Nivelamento

O nivelamento da estrutura é essencial em qualquer fase da obra. Se houver qualquer desnível antes da concretagem, toda a obra ficará “torta”. Além do nivelamento, as armaduras também exigem cuidados. “É preciso conferir a armação com os desenhos do projeto, avaliar a quantidade de ferros e bitolas, além do espaçamento e do posicionamento”, reforça Carlos Alberto Raiza, engenheiro e proprietário da Praxis Engenharia.

Com o auxílio de ferramentas específicas (prumo, nível a laser, réguas etc.), é possível validar o alinhamento. A análise visual, embora não seja totalmente precisa, também pode ajudar a encontrar irregularidades na estrutura que será concretada.

 

Fôrmas e escoramento

A verificação das fôrmas e do travamento das escoras é importantíssima para a segurança e pode ser feita visualmente. É essencial que não haja movimentação das fôrmas durante o processo de concretagem para que não haja vazamento e para que a desenforma seja feita sem dificuldade. É preciso também garantir que os espaçadores consigam separar a armação das fôrmas, de modo que o concreto consiga envolver toda a estrutura metálica.

É preciso conferir a armação com os desenhos do projeto, avaliar a quantidade de ferros e bitolas, além do espaçamento e do posicionamento

Carlos Alberto Raiza

PÓS-CONCRETAGEM

Desforma

O primeiro passo pós-concretagem é a desforma. “Após a cura inicial do concreto, podemos remover as laterais das fôrmas e, posteriormente, o fundo, mas sempre fazendo um re-escoramento, até a cura total do concreto, para evitar eventuais deformações”, explica Raiza.

Após a retirada das fôrmas, é necessário verificar a estrutura para validar o nivelamento e encontrar eventuais falhas, como bicheiras. Desníveis e falhas devem ser corrigidas imediatamente após a confirmação. No caso de bicheira, a correção deve ser feita com argamassa polimérica (solução mais rápida) ou com o próprio concreto para preenchimento, aplicando adesivo estrutural nas que tiverem maior amplitude.

Escoramento remascente

É essencial respeitar a quantidade de escoras indicadas no projeto após a cura inicial. A retirada prematura pode ocasionar falhas na estrutura, como curvas e fissuras. Depois de 28 dias, é possível remover todas as escoras. “Retira-se os travamentos, depois os pontaletes ou montantes, ou seja, primeiro os elementos secundários da estrutura e, depois, os principais”, explica o engenheiro.

“A chuva causa, entre outros problemas, a danificação da superfície recém concretada (antes da cura inicial/do endurecimento) e pode até danificar toda a peça concretada” Carlos Alberto Raiza

Dutos de eletricidade 

Se no projeto existirem dutos de eletricidade, eles devem ser posicionados de acordo com o desenho, e as pontas devem ser cobertas para evitar entupimento.

Umidade controlada 

umidade é essencial para a maturação do concreto durante todo o processo, pois evita a desidratação/retração dos elementos, devido ao calor gerado pela reação da cura. Se a concretagem ocorrer em dias chuvosos, o cuidado deve ser inverso, pois água em excesso pode diminuir a resistência do concreto. “A chuva causa, entre outros problemas, a danificação da superfície recém concretada (antes da cura inicial/do endurecimento) e pode até danificar toda a peça concretada”, alerta Raiza.

Fonte: AeC Web

Autor concretizar

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